Em uma clara retratação pública após a burrada do arcebispo de Olinda e Recife e sua repercussão, o monsenhor Rino Fisichella, diretamente da capital da Igreja, declarou em órgão oficial do Vaticano que o médico não deveria ter sido excomungado. E tem mais, que a mãe da menina e a menina deveriam primeiro ter sido acolhidas, para depois, em reservado, serem punidas pelo ato intrínseco do mal.

O padastro, pedófilo, continua preso, mas não será excomungado, afinal de contas estuprar uma menor não é assim tão mal.

Olha só que sensibilidade: o arcebispo Fisichella disse que a garota “deveria ter sido, acima de tudo, compreendida e tratada com delicadeza para fazê-la sentir que todos nós, sem distinção, estamos ao seu lado”.

Até parece um cristão esse católico!

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